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The Skin Game

Blogue português escrito por uma profissional de farmácia e dedicado à dermocosmética.

Notas soltas: Gamescom 2016

Bem, parece que estou de volta, gente. Diz aqui o registo que o blogue não via posts desde 6 de julho. Bem, eu explico-vos a coisa de modo sucinto: não tinha férias há quase um ano e estava tão cansada que a última coisa que me apetecia era mesmo chegar a casa e trabalhar mais.Especialmente com bom tempo e pokémons por apanhar à beira mar em passeio com o namorado. Depois de ter estado um fim de semana em Cerveira e outro na Nazaré, fui finalmente e oficialmente de férias para outro país. Já vos ouço a dizer "e então Ana, foste para o México apanhar sol ou para a Tailândia beber cocktails?". Nope, fui para a Alemanha para uma convenção de jogos. Pronto, não foi uma convenção de jogos, foi A convenção europeia de jogos, a Gamescom.

 

Para quem ainda não se apercebeu, eu sou gamer. E o meu namorado é 100x pior que eu. Logo, ir à Gamescom este verão pareceu a melhor ideia de sempre e - spoiler - foi mesmo. Não sou uma gamer muito hardcore, embora esteja proibida pelo meu amigo Telmo do blogue Meus Jogos de me auto-classificar como casual gamer depois de ele me ter visto em Lisboa a ligar ao meu namorado para perguntar se ele já tinha feito as quests do evento de verão do WoW com a minha conta para eu conseguir o pet (hey, eu estava em Lisboa em trabalho e era o último dia do evento - e eu queria mesmo muito aquele pet). Dito isto, sou mocinha de Nintendo e Blizzard. A Nintendo porque foi com a NES que cresci, a Blizzard porque o que mais jogo é mesmo o World of Warcraft e agora o Overwatch. 

 

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Como fomos os 4 dias da convenção e tínhamos comprado o acesso 1h mais cedo nos dois primeiros dias, conseguimos fotos do sítio de uma forma que pouca gente o vê: sem estar à pinha. A Blizzard tinha metade de um pavilhão só para si, com direito a uma área por cada jogo (WoW, Hearthstone, Starcraft, Diablo, Heroes of the Storm e Overwatch) e o da foto é só uma parte do de Hearthstone.

 

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 Olá Winston!

 

Para quem não está familiarizado com as convenções de jogos, essencialmente tem-se acesso a jogos/hardware/software que ainda não foram lançados, bem como alguns jogos retro e indie que não são fáceis de experimentar de outra forma. Mas o grande destaque da edição deste ano foi mesmo a realidade virtual - e gente, vocês não têm noção do que está para vir por aí, a sério.

 

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O Nelson a achar que é engraçado enquanto eu estou a tentar salvar o mundo sendo o Batman

 

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 Eu a fingir que não tenho vertigens enquanto tento jogar o The Climb

 

O meu preferido foi, sem dúvida, o novo jogo do batman para a PS4 em realidade vistural, o Batman: Arkham VR. Primeiro que tudo, o nível de interacção e a jogabilidade estão fantásticos. Não havendo um painel nem um saco mágico onde cabe este mundo e o outro, eles resolveram o problema de forma simples: tens um coldre de cada lado e um cinto onde estão as tuas armas. 

Outro de que gostei mesmo muito foi o The Climb, um jogo que simula a experiência de escalada, mas que para mim tem dois problemas: o primeiro é que eu tenho vertigens e ele é mesmo muito imersivo, o que significa que eu acabei a cravar as pernas no chão o tempo todo que joguei para servir de âncora e não passar mal (cheguei a ver pessoas a parar porque tinham as mãos a tremer e outro que caiu mesmo para a frente); o segundo problema é que é para sistema Oculus e pessoalmente acho-o mais desconfortável do que o da Playstation (ainda não testei o HTC Vive, que é a terceira opção de realidade virtual). O Oculus, apesar de ter a vantagem de praticamente não se ver nada do mundo real, coisa que não acontece com o da PS4 que tem uma faixa de mundo real muito visível na parte de baixo do sistema, parece fazer mais pressão e ter controladores menos ergonómicos. Além disso, quando o tiramos temos o rosto todo marcado com os contornos do capacete, coisa que não acontece no sistema da Playstation.

 

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Outro dos jogos giros que testámos foi o ReCore. Para quem gosta de Metroid, os criadores são os primeiros a dizer que foi uma das grandes inspirações para o jogo. A jogabilidade é mesmo muito boa e do que joguei, é coisa para eventualmente vir parar cá a casa. Outro que sei que foi um grande sucesso, embora não tenha experimentado, foi o Little Nightmares

 

Ainda assim, a minha parte preferida da ida a Colónia foi mesmo o Legion Cafe. A Blizzard pegou num café de um hotel e redecorou-o todo para o lançamento do Legion. Imaginem um café temático do vosso jogo preferido, com quests que davam goodies, cocktails temáticos, jogos de tabuleiro, raids e dungeons a serem jogadas, concertos de música da Blizzard, cosplayers...

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Por fim, deixo-vos com o concerto da Video Games Live a que assistimos na Blizzard:

 

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